09.01
acabei de participar de uma mesa no Festival Calango de Artes Integradas, onde falei sobre Creative Commons, Software Livre e música independente.
um trecho do convite que recebi:
Chegamos à mais um Festival Calango de Artes Integradas com orgulho de afirmar que em suas quatro edições realizadas, não houve sequer uma banda atrelada a grandes gravadoras que por solo chapecruz aportaram via “produção Calanguística”. Olha que já passam pela Hell City quase cem grupos dos mais diversos estados. Além de uma legião de fãs de carteirinhas, os trabalhos das bandas atuantes exclusivamente na cena independente brasileira revelam ainda outra faceta: o novo paradigma que experimenta o mercado da música brasileira e os novos desafios imputados pela era digital. Neste ano, não seria diferente. Mais uma vez, artistas, jornalistas e produtores independentes se reunirão em Cuiabá por três dias para pensar (e comemorar!) os rumos da cultura urbana e independente brasileira.
As datas serão os dias 31 de agosto, 01 e 02 de setembro, e o palco das atrações o Museu do Rio. À ocasião, o Calango trará à Cuiabá quarenta e cinco bandas de todo o país, como nos anos anteriores. Só que com duas novidade: uma tenda eletrônica exclusiva para atender o setor com forte demanda de público em Mato Grosso e a primeira participação de bandas da América Latina no evento. Não contente em apenas servir de estimulo da cadeia da música independente, o Calango quis mais. Quis ser Língua de Calango, Calango na Escola, Calango In Vídeo, Comunicalango e Calango na Mesa, projetos segmentais que vão além da música e convergem no ponto máximo da cultura jovem e urbana que fazem do Festival Calango ponto de partida para várias novas linhas de discussão e, claro, trabalho.
Além disso, o Calango é fundador da ABRAFIN – Associação Brasileira de Festivais Independentes e do Circuito Fora do Eixo.
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